Justiça obriga Estado da PB a assumir despesa com a Maternidade de Patos e Hospital Regional

O Promotor do Ministério Público Estadual (MPE), Dr. Uirassu Medeiros, concedeu entrevista coletiva na manhã desta terça-feira, dia 26, na sede do órgão, para detalhar as medidas que estão sendo tomadas diante da problemática envolvendo o não pagamento de salários de servidores e da falta de insumos na Maternidade Dr. Peregrino Filho e no Complexo Hospitalar Regional, ambos em Patos.

Participaram da entrevista coletiva representantes da GERIR, Dr. Umberto Júnior, diretor da Maternidade Dr. Peregrino Filho, e Liliane Senna, diretora do Complexo Hospitalar Regional.

O Promotor relatou que os problemas começaram a acontecer assim que o Instituto GERIR, empresa que administra de forma terceirizada o Complexo Hospitalar Regional e a Maternidade Dr. Peregrino Filho, órgãos do Governo do Estado da Paraíba, teve contas bloqueadas e recursos retidos por meio de decisões judiciais para honrar compromisso assumidos pela própria GERIR.

Dr. Uirassu Medeiros fez uma explanação sobre os problemas gerados desde 2018 e que, desde então, ocasionaram um descontrole financeiro que prejudicou a administração da GERIR junto aos órgãos de saúde em Patos.

O Instituto GERIR recebe uma média mensal de Sete Milhões e Meio de Reais, sendo Quatro Milhões e Trezentos Mil Reais para administrar o Complexo Hospitalar Regional e mais de Três Milhões e Duzentos Mil Reais para a Maternidade Dr. Peregrino Filho.

Patosonline.com

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