Comissões aprovam projetos de federalização de duas rodovias no Vale do Piancó. Saiba mais!

A primeira delas é a Rodovia BR-230 (Rodovia Transamazônica), que corta transversalmente todo o país, atravessa a divisa entre os Estados do Ceará e da Paraíba, passa por Cajazeiras, Campina Grande e chega até a capital paraibana, João Pessoa.

A segunda é uma rodovia estadual, a PB-400 com aproximadamente 109 km de extensão, também de importância vital para o transporte rodoviário, ligando Cajazeiras e Conceição e acompanhando, longitudinalmente a divisa entre Ceará e Paraíba.

E a terceira é a PP-361, uma rodovia estadual, em processo de federalização, que liga as cidades de Itaporanga e Conceição e continua até a divisa com o estado de Pernambuco. A PB-361 é a continuação da BR-361, que liga Patos, cidade localizada praticamente no centro do Estado da Paraíba, a Itaporanga, no Sertão.

O projeto de lei em questão pretende incluir tanto a PB 400 como a PB 361 No plano Nacional de Viação (PNV), tornando-as federalizadas. Cajazeiras, Conceição e Patos foram um triângulo rodoviário que envolve o principal açude do Estado da Paraíba, o Açude Coremas ou Açude Estevam Marinho, barragem de grande importância para a manutenção de seus recursos históricos.

Assim do ponto de vista estratégico para o desenvolvimento econômico, a proposta em questão fundamenta a necessidade da Federal federalização das ligações rodoviárias citadas, que desempenham função preponderante na circulação de bens e serviços em toda a região Oeste do Estado.

Além disso possibilitará atender adequadamente o crescimento do tráfego entre as cidades mencionadas, configurando ação promotora do desenvolvimento regional e de maior integração social e econômica entre os estado da Paraíba, Ceará e Pernambuco.

“Por esses motivo apresentamos o presente projeto de lei, para incluir essas novas rodovias na Relação Descritiva das Rodovias do Sistema Rodoviário Federal, razão pela qual solicitamos aos ilustres deputados o apoio para sua aprovação”, solicitou o parlamentar.

Agora o projeto deve ser votado em plenário e para sansão do Presidente da República.

Assessoria

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