Doze municípios da região de Patos apresentam alto índice de infestação pelo Aedes. Índice em Catingueira está dentro da média

A Vigilância Ambiental da 6ª Gerência Regional de Saúde concluiu, juntamente aos 24 municípios da região de Patos,  o segundo LIA/LIRA – Levantamento de Índice Amostral, uma inspeção que verifica em quantitativo a presença do mosquito Aedes aegypti na área urbana das cidades.

Os números são bastante preocupantes, algo temido pelo Governo do Estado, através da Vigilância Ambiental, que desde o ano passado, em várias reuniões, repassava os fatores condicionantes para surtos de dengue, zika e chicungunya, já prevendo o período de chuvas, ideal para a proliferação do mosquito. Nesse último levantamento realizado de 2 a 6 deste mês foram inspecionados na região 9.143 imóveis. Deste total foram encontrados 444 focos do Aedes.

O município que apresentou maior ídice de infestação do mosquito foi Malta, com 20% de infestação. Dos 230 imóveis inspecionados em 46 havia presença do mosquito, encontrado em 54 depósitos. Em segundo lugar aparece Patos, com 7.3% de infestação, seguido por Junco e Santa Terezinha, ambos com 6.5.

Os municípios que apresentaram menores índices de infestação predial pelo Aedes foram Salgadinho, sem nenhuma amostra positiva de mosquito, e Várzea, local em que foi encontrado apenas um foco do Aedes em 304 imóveis visitados.

Os outros municípios em que a situação é mais preocupante, por apresentarem alto risco de infestação, são: Santa Luzia (6.1); Teixeira (5.7); Cacimbas (5.6); Condado (5.4); Desterro (5.0); Emas (4.7); Vista Serrana (4.4) e Matureia (4.2).

Os municípios que apresentaram médio risco de infestação foram: São mamede (3.9); Catingueira (3.9); São José de Espinharas (2.1); São José do Bonfim (2.0); Quixaba (2.0); Mãe D’Água (1.9) e Cacimba de Areia (1.7).

Marcos Eugênio /Assessoria da 6ª Região de Saúde 

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